Tráfego pago para e-commerce
Mídia para e-commerce precisa respeitar margem, estoque e intenção.
A gestão conecta aquisição, catálogo, mensuração e página para evitar decisões baseadas apenas em faturamento ou ROAS isolado.
Atendimento direto por Thiago Scarmeloto · São José do Rio Preto · empresas em todo o Brasil
01
O desafio não é apenas vender mais
Campanhas podem aumentar receita e, ainda assim, pressionar margem, estoque ou logística. A leitura precisa separar volume, rentabilidade, produtos e canais.
02
Google e Meta cumprem papéis diferentes
Google captura intenção e trabalha catálogo. Meta amplia descoberta, remarketing e criativos. A combinação depende da demanda, do ticket e do comportamento de compra.
03
Feed e catálogo fazem parte da mídia
Títulos, categorias, disponibilidade, preço e qualidade dos dados influenciam Shopping, Performance Max e anúncios dinâmicos.
04
A compra precisa chegar corretamente às plataformas
Eventos duplicados, valores incorretos e atribuição incompleta distorcem ROAS, CPA e decisões de orçamento.
O que entra na análise
A mídia precisa conversar com o resultado do negócio.
O escopo é definido depois da leitura do cenário, dos acessos e da capacidade de medir o que realmente aconteceu.
- Merchant Center e qualidade do feed
- Catálogo e eventos de compra
- Valor de conversão e margem
- Search, Shopping e Performance Max
- Meta Ads, remarketing e criativos
- Landing pages, produto e checkout
Perguntas frequentes
O que vale esclarecer antes de começar.
Qual canal deve começar primeiro?
Depende da demanda existente, do catálogo, do ticket e da capacidade de mensurar compras e receita. Google e Meta podem cumprir papéis complementares.
ROAS alto significa lucro?
Não necessariamente. Margem, impostos, frete, devoluções, custos variáveis e recorrência precisam entrar na análise.
Você trabalha com Merchant Center?
Sim. O escopo pode incluir análise de feed, Merchant Center, segmentação de produtos e campanhas Shopping, conforme os acessos disponíveis.
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